Eu era (sou) assim...


Anda aí o desafio de nos mostrarmos em criança. Eu adoro esta minha foto e por isso posto-a aqui.

Gosto muito de olhar para esta criança que era eu, gosto da mistura das roupas e, mesmo não me lembrando, tenho quase a certeza de que fui eu que escolhi o outfit. Também gosto do penteado e do meu ar compenetrado.

Quanto ao sorriso, acho que na altura já revelava um bocadinho do que eu ainda sou hoje: alegre à primeira vista, mas não tanto assim... E, se maioria das pessoas me acha uma pessoa muito bem disposta (que tento ser porque ninguém tem nada de pagar pelos meus problemas), quem me conhece bem sabe. Sou uma pessoa com muitos momentos felizes, e procuro-os, mas parece que há sempre algo que tolda um bocadinho o olhar. Desde pequena que assim é...há (quase) sempre algo que me preocupa...Aos nove anos poderiam ser as boas notas nos testes, uma chatice com as colegas... Aos quarenta e quatro, as preocupações são outras, mas eu tento que não me atormentem muito.

Eu era e sou assim. Igualzinha a tantas pessoas que estão aí desse lado...Vocês também se reveem nas vossas fotos de criança?

Do tempo...

Eu nunca pensei dizer isto, mas ando fartinha deste calor. Não me apetece chuva nem dias cinzentos, mas apetecia-me um friozinho no rosto e um casaco clarinho a acompanhar... 





À SIC

Eu sei que a SIC é uma sociedade de televisão independente e faz do seu espaço o que quiser, sei também que a minha opinião não deve valer para absolutamente nada, mas pronto... mexeu-me com os nervos e tenho de defender os infelizes que podem não ter como mudar de canal.

É que apanhei os minutos iniciais do novo programa da  tarde da SIC.  Os apresentadores mal dizem boa tarde e a conversa é sempre a mesma: pedidos insistentes para o público telefonar intercalados com uns"uh uh" que dão cabo dos nervos de qualquer um. Eu não percebo assim tanto de televisão, mas só me ocorre perguntar:
" Quem é que aguenta?"

Decidir...


Pudesse eu evitar certas decisões... Mas crescer é isto...Pensar o que é melhor para todos, pesar prós e contras, tentar colocar os meus medos de lados, assumir as minhas decisões...

Decidir para mim, indecisa confessa, é difícil. Aprendi, contudo, a tentar ser um bocadinho mais racional e, em caso de muitas dúvidas, ouvir os outros. E, para já, decidi assim...

Oh...

Já toda a gente deve ter visto o que aconteceu à  Rene-para-sempre-Bridget-Jones. Eu também vou postar aqui... Para que mesmo que me calhe o Euromilhões, eu não pense em aventuras destas.E mesmo com o botox, se eu já não gostava muito da ideia, agora é que não me atrevo mesmo.

E como uma imagem vale mais do que mil palavras, fica aqui o lembrete. Just in case...



Dia Mundial de luta contra o Bullying

Hoje é Dia Mundial de Combate ao Bullying. Infelizmente, conheço muitos casos e também não esqueço o que passei, numa deteminada altura da minha vidam, pelo facto de ser pequenina. Nada de grave, comparado ao que acontece a tantas crianças e jovens... 

Como a música é uma linguagem que chega (mais) depressa aos miúdos, na disciplina de Inglês, gosto de lhes passar esta canção das Sugababes. Mas não precisam de ser professores, podem perfeitamente passar aos vossos adolescentes aí de casa...

Agradecer, sempre...

Semana difícil, mas mesmo que às vezes  respire fundo e conte até três, não me consigo queixar. Esta foi uma semana de coração apertado, mas com provas dadas de que vivo rodeada de pessoas boas. 

Impossível não me sentir grata pela atenção de tanta gente. Obrigada, Escola Henrique Sommer (por tanta força). Obrigada, mãe (pela sopa). Obrigada, mana (pelos gelados). Obrigada, Elsa (pelo delicioso jantar de ontem). Obrigada, Pondera e Boticário (pelos mimos perfumados). Obrigada, Élia (pelo último cromo da caderneta). Obrigada, Inês (pela visita). Obrigada por todos os comentários aos posts que escrevi. Obrigada pelos abraços que recebi.

É que eu sei que sou a pessoa que menos importa nesta semana difícil. E sei que tenho uma sorte tremenda por poder fazer estes planos para este sábado à noite:


Mas a dor pode-se medir?

Há uns tempos assisti aqui na blogosfera, mais propriamente no blogue Cocó na Fralda, a um esgrimir de argumentos em que umas pessoas defendiam que não havia maior dor do que perder um filho e outras (menos) diziam que era perder uma mãe/pai. Eu, conforme a idade me tem habituado, fiquei sem certezas.

Se aos vinte anos eu achava que sabia tudo, aos trinta que sabia quase tudo, aos quarenta e quatro acho que sei cada vez menos...E então, no que toca a assuntos assim difíceis, ainda mais reservas tenho.

Não quero imaginar a dor de perder um filho, acredito-a avassaladora e, como li numa entrevista à Ministra da Justiça, "que não se vive, sobrevive-se". Contudo, ver duas crianças ficarem sem a mãe, repentinamente, saber que elas nunca mais vão ter o colinho da mãe, a comida da mãe, o beijinho de boa noite da mãe, o abraço apertadinho a meio de um pesadelo, faz-me imaginar nos seus corações uma tristeza sem fim...

Acho é que não há medidas para a dor. Há situações. Há casos. E há tantas situações em que é difícil aceitar os desígnios de Deus. Mas eu sou uma mulher de fé (com a cabeça cheia de dúvidas, claro), mas acredito que as dores podem ser suavizadas e que quem parte não abandona quem fica. E é essa certeza que tenho de manter sempre em mente!

Adeus, Ana...ou como a vida pode ser tão injusta...

Untitled


E de que valem os planos? Quanto aos planos a longo prazo eu  tenho sido comedida e evito fazer, mas os planos a curto prazo, faço. E tinha o dia planeado para hoje: Gonçalo ia estudar História; Miguel ia estudar Matemática; eu ia tentar grelhar peixe para o almoço... De repente, um telefonema muda o dia. Assim como um trágico instante mudou a vida da Ana. E do Miguel. E do João. E do Pedro.

" Sofia, posso ir para tua casa? Aconteceu uma tragédia..."- um adolescente de voz insegura, muito parecido com  o que tenho em casa,  e que eu conheço desde tenra idade, acordava-me para um pesadelo. Acidente gravíssimo, o pai e o irmão no Hospital a mais de cem quilómetros de casa e a mãe, a doce Ana, tinha morrido.
Não éramos família, mas a amizade entre os nossos filhos tinha-nos aproximado. Eu sabia que podia contar sempre com aquele casal. Tantas vezes que a Ana me disse "Se precisares, Sofia...". Eu sabia que era verdade e que em casa dela os meus filhos eram muitíssimo bem tratados. Sempre foram...tantas vezes. Aqui por casa os filhos dela também sempre se sentiram bem e o sei que o Gonçalo e o Pedro têm uma amizade fortíssima, daquelas que se constroem na infância e não esquecem..

Mas e a Ana? A doce Ana que quem conheceu não está com certeza a ter um dia normal hoje? Tantas palavras para dizer dela...Ana serena. Ana tranquila. Ana de sorriso terno. Ana meiga. Ana boa filha. Ana excelente mãe. Ana amiga. Ana generosa. Ana que adorava ajudar os outros. Ana BOA... Eu ainda não acredito, assim como quem tanto a amava ainda não quer acreditar... 
Quanto ao Pedro, que por agora fica aqui por casa, ainda não caiu realmente nele... E eu tenho procurado as palavras que julgo serem certas, mas a verdade é que não sei bem quais são. Olho para ele e vejo o meu filho e faço o que julgo ser o melhor, com a certeza absolutíssima que era o que Ana faria pelo meu Gonçalo.

Está um dia triste. É um dia triste. E se escrevo este post tão triste, e que eu nunca ia querer escrever, é porque sei que a Ana vinha aqui ler o meu blogue e queria tanto fazer-lhe uma homenagem. E, por outro lado, tenho também uma secreta esperança que estas palavras cheguem até ela...Ana, os teus meninos  vão sentir mesmo muitas saudades , e os teus pais, e o Miguel, e tantos amigos.. mas ficarão todos bem, com o teu grande exemplo de vida sempre em mente... 
Descansa em paz, sim?

Eu e o poder das chaves...

She who must be obeyed
Eu e as chaves temos um problema. Elas escondem-se de mim. Eu tenho andado um bocadinho descansada, porque sei que isto não pode ser só culpa minha e eu consigo provar-vos com mil e um exemplos que isto é de família. 

Mas, dizia eu, as chaves escondem-se de mim, fogem-me, devo ter qualquer gene que as repele. E depois do dia de hoje, que ninguém me diga o contrário. Então não é que eu hoje decidi ir a uma estação muito xpto aspirar o meu carro (eu até me admirei com este meu propósito, confesso) e as minhas chaves decidiram fugir pelo cano do aspirador. Claro que eu procurei no recepiente onde elas deveriam estar depois de serem sugadas, mas acham que elas estavam lá à minha espera? Pois nada disso. Esconderam-se não sei onde e só após telefonema a contar a minha desgraça é que decidiram aparecer ( não a mim, claro está).

Claro que enquanto não apareciam as chaves, eu andava feita tonta à procura das outras  chaves suplentes para poder entrar em casa. Mas não se teriam elas escondido em casa da minha mãe? Nada disso. E nas gavetas da casa da minha irmã? Também não. Depois de me terem feito sofrer lá apareceram, bem escondidas na bagageira do carro ( mas como é que elas terão lá ido parar?).

Agora estão ali sossegadinhas. Espero eu. Pois, é melhor é eu estar caladinha e não subestimar o poder das excelentíssimas...

O homem ideal


A Guerlain diz o que nós, as mulheres, já desconfiávamos há muito: o homem ideal todo jeitoso, charmoso, generoso, romântico, um às nas tarefas domésticas,com bom gosto para nos ajudar a escolher o vestido certo, atencioso, com sentido de humor e etc e tal, é um mito. 

No meu caso, com o meu feitiozinho, tenho até dias... por vezes, o homem ideal é falador e tem sempre uma palavra a dizer; outros dias, o meu homem ideal deixa-me a ler o meu livro ( ou um blogue) na paz do sossego. Num dia, gosto que o meu homem me mime muito, dê beijinhos e seja muito carinhosos, no outro que me bem sossegadinha... Eu acho que neste assunto devo ser até bipolar e a minha sorte é que acho que até tenho um homem ideal que me atura e já me conhece bem. Agora, só falta oferecer-lhe o perfume! 


Cara lavada


E eis que o blogue, quase cinco anos depois, tem um novo look. Finalmente um logotipo e um ar arrumadinho. Quem sabe, sabe... obrigada, João!

A minha vida como ela é...Decidir, mudar, seguir em frente...



Se há algo que tenho aprendido é que, quando a vida nos troca as voltas, temos de contornar as dificuldades, decidir o caminho a seguir e viver a nova vida o melhor que se souber e conseguir.


Durante anos a minha vida prosseguiu sem grandes percalços. Parecia que o caminho era claro, quase como quando se anda na autoestrada com pouco trânsito e é só seguir em frente.

Quando há dois anos a minha/nossa vida mudou começámos a ter que tomar decisões mais sérias, como a que levou o Luís a Angola. Sempre a pesar os prós e os contras, este ano tomámos mais uma: em junho pedi redução do horário de trabalho.


À primeira vista pode parecer decisão de dondoca que tem o marido fora e que pretende trabalhar menos, não importando muito o que ganha. Pois não é bem assim. Custou-me tomar a decisão pois para além do que vou ganhar a menos, implica também perder tempo de serviço (o que vai atrasar ainda mais a minha progressão na carreira) e tempo para a Caixa Geral de Aposentações. E, não menos importante,  eu gosto mesmo do que faço.

Mas o ano passado foi um ano duro, com um horário difícil que obrigava o Gonçalo a passar horas à minha espera, e eu sempre a correr de um lado para o outro para ir buscar um e levar outro. Viver numa aldeia tem as suas vantagens, mas o facto de estar longe das principais atividades dos miúdos, obriga a despender muito tempo em viagens e contar apenas comigo  (com algumas exceções) cansa mesmo.

Mas, deixando as lamúrias para trás, o que acontece é que pedi seis horas de redução no horário para poder acompanhar mais o Gonçalo e o Miguel. Já recebi o ordenado e custou-me um bocadinho ver o valor a que estava habituada a descer, se calhar um dia também me vai doer ter de me reformar mais tarde por causa do tempo perdido, mas depois penso melhor e vejo que isso não me faz arrepender da decisão que tomei. A verdade é que ganhei tempo, tenho um horário que me permite ficar em casa as tardes que os meus filhos têm livres, ando menos stressada, mais serena, mais tranquila. 

Há decisões que têm de ser tomadas no tempo certo, não dá para adiar. Este ano foi assim. No próximo ano, decide-se outra vez o que fazer...sempre com o mesmo pensamento na cabeça  "O que faz a nossa família mais feliz?".


E por falar em mudanças, o blogue também vai mudar...vai surgir de cara lavadinha, com um novo look mais atual...Se nos próximos dois dias não estiver disponível, não estranhem. Eu volto, está decidido!

É preciso ver...

Eu gosto da H&M, mas é uma loja onde é preciso mesmo experimentar, ver bem os tecidos (há peças engraçadas, mas com tecidos muito maus) e ir com tempo. Assim que o tiver, tenho de saber mais sobre este vestido...

29.99 Euros

Quem quer dar a conhecer os produtos do Boticário?



Meninas, se alguém por aqui estiver interessada em vender produtos do Boticário, mande-me um email, sim? Não importa o local de residência penso até que a ideia é que todo o país tenha acesso aos produtos do Boticário. Porque todas as mulheres merecem!

Passatempo "Sintam-se lindas..."


Pudesse eu e oferecia um perfume a todos os que por aqui passam. Não posso e por isso vou fazendo uns sorteios com produtos de que gosto. Há sempre alguém que ganha, por isso desta vez, pode ser uma/ um de vocês. 
É simples: um gosto na página do blogue no Facebook e preencher o nome e email. Boa sorte!
O passatempo termina no dia 25 de outubro.



Uma nova estação para estrear...


Uma estação nova é sempre sinónimo de mudança...Eu ando a tentar...
Tento usar o vestido da Zara da nova coleção,  conjugando-o de de várias maneiras com as peças que já tinha (tal como a Rita me ensinou). E a ousar com o novo perfume do Boticário.
Mudar faz-nos bem... arriscar num acessório, conjugar dois padrões, experimentar um perfume novo... Perder um bocadinho de tempo connosco, só nos faz Ganhar!

A écharpe é da La Redoute



Fotos daqui



Restart...


Difícil não é só perder peso. Manter o que se perdeu e não recuperar também não é fácil. Depois de vinte anos a lutar  com a balança, e em que quase sempre eu perdi, sei bem o que escrevo.

Desta vez, estou decidida a não voltar a ganhar os quilos que perdi. Melhor, todos os quilos que perdi, pois quase dois voltaram nestes dois meses... Muitos almoços, lanches e jantares cumpriram bem o seu papel.Eu relaxei, mas agora voltei a focar-me no que como. Só assim é possível. 

Eu sei que exercício  é fundamental, mas para mim, se eu não prestar também atenção ao que como, não há exercício que me faça baixar o peso. Isso e o facto de depois dos trinta, dos quarenta, ser cada vez mais difícil perder peso. Por isso, eu sei qual é o caminho. Basta deixar de lado o pão que adoro e voltar à minha rotina de proteína e muitas vegetais. Só assim resulta. Quem me quer acompanhar?



Consultadoria...update

Uma semana depois da Rita ter vindo a minha casa, eis a história toda aqui.

Uma família com esperança #14

love

As despedidas são sempre difíceis. Por mais voltas que tentemos dar, não parece haver volta a dar. Dói sempre.
O que tentamos fazer aqui por casa é proteger ao máximo o Gonçalo e o Miguel desses momentos difíceis e decidimos assim que eles não vão levar  o pai, apenas o vão buscar. É que sentimos que sempre que eles vêem lágrimas nos nossos olhos, ficam completamente à toa. 
Não sabemos se é o certo, mas sentimos que é assim que tem de ser...

E pronto. Mais uma etapa (re)começa. Contagem decrescente até ao Natal. Com a mesma certeza de sempre: a distância física não conta...Estamos juntos!