A caminho dos 46...


Aceitar-me como sou, mas ao mesmo tempo querendo mudar o que posso mudar, para me sentir melhor comigo mesma.
Respirar.
Apreciar.
Agradecer.
Continuar a aprender, porque nunca se sabe tudo.
Sorrir mais e agradecer outra vez.

Abril, Leiria e o laço azul...

Abril é o mês dos cravos,  da nossa revolução, mas é também mês do laço azul. Este ano até o castelo de Leiria pôs o laço para lembrar que os maus tratos contra crianças e jovens continuam e é mesmo preciso quebrar o silêncio.

*já agora o laço azul foi ideia de uma avó dos Estados Unidos que verificou maus tratos nos seus netos (azul, como as nódoas negras que eles tinham:( ).






África nossa


Passei a noite em Angola. A sonhar que estava por lá...Não tenho saudades dos bichos, mas mesmo só tendo estado dois meses naquela terra, a Natureza deixou marcas... Apesar da última vez não ter corrido tão bem como eu esperava (fiquei doente) a Natureza embriaga-nos de tal maneira que nos faz sempre querer voltar...

Umas PAEZ na cabeça!






Pois é chove muito e tal, mas na minha cabeça já só passeiam alpargatas e havaianas. Estes modelos da Paez são lindos e com a vantagem de combinarem com mil e um tons. A decisão está tomada: vou comprar umas PAEZ. O local de compra também: Escapes shoes (em Leiria as lojas não têm tanta variedade de modelos e a Escape Shoes funciona mesmo bem), falta escolher o mais difícil: o modelo...UM-DÓ-LI-TÁ!

A difícil arte(?) de ser sensual

Angelina Jolie, black and white, and beauty image

Ando numas aulas de dança que adoro (Mega Danz) e onde o nosso professor tenta puxar sempre pelo nosso lado mais sensual (somos só mulheres alunas). Quanto a mim, ontem, pela primeira vez, me desinibi na aula e consegui fazer duas poses mais ou menos sensuais. Isto até é uma vergonha, mas uma mulher de quase quarenta e seis anos, dois filhos criados, com horas de palco no âmbito do teatro, quando chega a vez de ser ela mesma a dar provas de sensualidade...nicles!

Talvez tenha sido pela educação, por ter tido sempre uns quilinhos a mais, mas nunca consegui exagerar nos decotes e fujo de tudo o que seja roupa a marcar-me as curvas. Agora, nestas aulas de dança que eu adoro é que me dei conta que tenho assim uma espécie de qualquer coisa que me trava de ser sensual. Não sei explicar bem, mas levo sempre para a brincadeira... Contudo, já marquei dentro da minha cabeça o tpc para as próximas aulas: vou desinibir-me mais...mexer as ancas sem medo e vou tentar fazer umas poses finais menos atabalhoadas. Mas afinal de contas, tenho vergonha de quê?

Às vezes tenho a mania #23


Há muito tempo que não publicava posts destes, mas como tive o meu fotógrafo preferido por cá, resolvi aproveitar a disponibilidade:).






Calças- Salsa
Blusão- Mango
Écharpe- Zara SS16
Mala- Tous
Óculos- Mango SS16

Aproveitar e agradecer...

























Sempre que o Luís está cá tentámos tirar uns dias só a quatro. Este ano, ficámos pertinho de casa, por Peniche e Óbidos, que nunca nos cansamos de visitar!

Peniche é sem dúvida um dos ótimos locais para famílias: tem alojamento bastante acessível e dá para conjugar praia, bom peixe e história ( e Óbidos e Caldas da Rainha ficam mesmo pertinho).



E se fosse eu- Miguel

A escola do Miguel desafiou-o a fotografar o que levaria ele na mochila se tivesse que abandonar a sua casa e refugiar-se noutro país. 

 Há trabalhos de casa que os/nos põem a pensar...

Esta é a mochila do Miguel:


A campanha “E se fosse eu?” é inspirada no projeto “What’s In My Bag?” desenvolvido pelo International Rescue Comitee em colaboração com o fotógrafo Tyler Jump que fotografou um grupo de refugiados que chegou à ilha de Lesbos (Grécia) – uma mãe, uma criança, um adolescente, uma família, um farmacêutico e um artista – e que partilharam o que trouxeram nas suas mochilas quando tiveram de fugir.

Para mais informações sobre o projeto “What’s In My Bag?”:
Website: https://www.rescue.org
Facebook: @International Rescue Committee

Já sou uma fashion blogger...




Então não se está mesmo a ver que hoje é dia 1 de abril?

A vida é um instante...


Viseu. a adorar o cabelo mais liso. jogo Portugal-Bulgária (quem é aquele ali atrás?). no Museu Interativo World of Discoveries, no Porto.

Decisões difíceis-parte II


O Gonçalo era para ter ido ontem para a Bélgica num intercâmbio. Não foi. Decidiu-se em reunião de pais com a maioria a votar a não ida. Assumo, eu e o Luís também votámos que não. Mas custou-me, como se estivesse a dar razão ao medo. Fiquei triste com a decisão que tomei. Estou triste ainda, mas não arrependida.

O Gonçalo ia participar num encontro que envolvia nove países e, todos, à exceção da Espanha, tinham cancelado. Também a maioria das atividades não iriam ser realizadas devido ao estado de alerta que se vive na Bélgica.

O Gonçalo reagiu bem (acho que com quinze anos ele também estava um bocadinho assustado) e estamos a torcer para que eles possam visitar os amigos belgas noutra altura.

Muitos pais e alunos ficaram tristes (revoltados?) com o cancelamento, mas quando temos de tomar decisões que envolvem a segurança dos nossos filhos, tudo fica ainda muito mais difícil...



Ontem, no jogo Portugal-Bulgária (nem a derrota nos tirou a a felicidade de estarmos juntos)

Uma cadela também tem direito a férias #2

Lembram-se deste post?

No seguimento do mesmo tema...



Decisões difíceis

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Lembro-me de há uns tempos ter escrito um post sobre como não ter medo era uma forma de enfrentar o terrorismo.
 Contudo, depois de hoje, com o Gonçalo com partida marcada para sexta-feira para intercâmbio com aluno belga, é impossível não ficar com o coração apertado.
Para já, amanhã há reunião de pais para decidir se há condições para que eles vão em segurança. Ainda está tudo muito a quente, mas para já, a minha vontade é que ele adie a viagem à Bélgica por mais uns tempos...

Boas compras #8


Blusa manga folho | MANGO
Blusa manga folho | MANGO
Blusa manga folho | MANGO

Esta blusinha da Mango é perfeita para receber a primavera. É soltinha, veste muito bem e o preço não está exagerado (19.99 Euros).Eu não resisti...

Coisas parvas ou não que me têm ajudado a lidar com a Dona D.

Às vezes ainda tenho um certo pudor (vergonha?) em escrever aqui que uma crise enorme de ansiedade e uma ligeira depressão me atacou. Eu escrevo ligeira porque foi assim que foi diagnosticada, e a principal razão de não ter evoluído foi porque acho que pedi ajuda a tempo.

Mas estou a melhorar e há certas coisas que faço que me tem ajudado:

- exercício físico;
- estar atenta aos cheiros ( do meu gel de banho, da relva acabada de cortar, cheiros bons da comida da minha mãe....);
- não ser tão exigente comigo;
- abraçar muito;
- gostar da mulher em que me tornei;
- valorizar as pequeníssimas ( mesmo pequeninas) coisas;
- continuar a usar batom( nem que seja hidratante);
- tentar ajudar os outros.

Mas...a medicação ajudou-me, confesso. A psicoterapia tem feito um bom trabalho, mas eu precisava sobretudo de dormir ( e se tenho dormido!). Agora já estou na fase de reduzir, mas sei que é preciso calma e não pensar muito nos três quilos que ganhei ( mas que vou perder!).

O que eu quero com este post é alertar para que, quando acharem que estar sempre triste é normal, que dormir duas horas intervaladas com pesadelos é normal, que sentir-se sempre uma coitadinha é normal. Não é. Peçam ajuda, desabafem com amigos (o que eu não fiz), não se fechem e vão à procura de uma vida melhor.
É muito fácil dizer " Ah, eu não tenho tempo para depressões" (se calhar, no passado, até eu o disse), mas a nossa mente é muito mais poderosa do que imaginamos. E não, não há mesmo super mulheres!



Esta foto foi tirada ontem, numa visita de estudo que fiz com os meus alunos e acho que já consigo ver um brilho menos triste nos meus olhos (OK, ajudou saber que Luís estava por cá).

África nossa...



África no nosso coração, mas muita vontade de estarmos juntos cá em Portugal. Para já, esta semana chega o Luís. Depois, é começar a (re)organizar a nossa vida para ver como serão os próximos meses.



Adeus, Branquinha...




Primeiro a Bolinha, o ano passado a Lili e agora esta gatinha Branquinha. Os nossos gatos são gatos de casa e de jardim ao mesmo tempo e, talvez por passarem mais tempo na rua, sejam mais frágeis. Hoje foi a Branquinha que nos deixou, possivelmente porque comeu algum rato envenenado ou veneno mesmo. Por agora, não queremos mais gatinhos. Temos a Izzie ( que veio roubar muita da atenção que dávamos aos gatos) e custa-nos ver partir assim os nossos animais...

O Gonçalo portou-se como um homenzinho, o Miguel fez o que pode (com o estetoscópio que temos cá em casa ainda tentou ajudar) e ficámos com nossa gatinha até ao fim. Já não deu para ir ao veterinário porque foi o nosso vizinho que nos avisou que ela estava no barracão dele, já com dificuldades...Os três...abrimos um buraco no jardim, colocámos uma mantinha e uma pedra a assinalar o sítio. 
Estamos tristes (e a Izzie também) e hoje enquanto falava aos meus filhos do ciclo da vida, dei-me conta que nenhum dos dois conhece verdadeiramente a história do Rei Leão ( filme de 1994) e que é uma falha minha (a colmatar nas férias da Páscoa!).

Até sempre, Branquinha!